Ah, Nordeste

quarta-feira, fevereiro 06, 2013


Ah, Nordeste
Ah, Nordeste meu
Sou longe de ti Julieta sem Romeu
Céu sem fundamento
E longe de teu acalento
Durmo como sob tua veste

E parti, sem ao menos saber
Que morreria de falta e saudade
E o teu raio de sol que me invade
Me lembraria que sou parte tua
Herança de terra outrora nua
Prazer meu foi em ti nascer

É bom que saibas
Sou amor a ti entregue incondicionalmente


Emily Leite


Fotografia: Patrícia Geiger - Morada Nova / Ceará

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10 Comentários

  1. E tu gosto do Meu Nordeste foi Minha Bichinha Galega? Fico Feliz! =D

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  2. Carla Manuella Oliveira7 de fevereiro de 2013 02:05

    Lindo! Descreve bem a tal saudade que sentimos quando ficamos longe do NORDESTE... "Prazer meu foi em ti nascer".

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  3. Nordeste é terra de povo simples e humilde. Que vive feliz pelas belezas da vida. Que não reclama da dureza dela, porém, segue em frente sem reclamar. Orgulho de ser nordestino! :)

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  4. Bonita Poesia. Sou aqui da região Sul mas espero um dia conhecer o Nordeste. Abraços.

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    1. ha ha eu também sou do Sul e digo que vale muitooo a pena conhecer o Nordeste! =]

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  5. Sou da Terra da Luz!
    Sou Nordestina e amo minha terra!
    Linda poesia!

    Bjos
    Dani

    http://filhadrei.blogspot.com.br/

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  6. ahhh q legal pati, veio veio ao meu ceará!heheeh seja bem vinda sempre! :)

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  7. Olá, curtimos demais o seu blog. Siga o nosso?
    http://prosseguirparaoalvo.blogspot.com.br/

    Deus abençoe!

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  8. Nossa como nordestino fiquei até envaidecido!Meu nordeste, nosso nordeste realmente é muito lindo!Acho que não queria ter nascido em outro canto, e olhe que não sou filho do litoral, não sou filho das praias belas do meu Rio Grande, sou filho do OESTE, do alto Oeste do RN, sou um filho do semi-árido!!!!Vejo o verde e o cinzento da caatinga, um bioma impressionante justamente por essa metamorfose que ocorre da "seca" para o "inverno". É bom demais ser nordestino, é bom demais poder compartilhar o nordeste com vocês compadres e comadres do Sul.

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  9. Tu quer que eu deixe rasto mesmo, mas sou sutil, como mocó que só faz zoada no nascer do sol; que o lagedo é a minha praia e, a delicia de uma frutinha de palma, bem friinha, no amanhecer dá para garantir durante o dia a defesa contra o carcará... Sou do Riachão, sinhá moça, da beira do boqueirão onde a seca ainda não terminou de fazer sua marca neste séc. XXI. Mas pode chover chuva de canivete e das grossas que eu não arredo do pé, tou doido pra sentir o cheirinho da caatinga molhada e vê-la desnudada sem arrancar suas folhas como a cabocla de chita, molhada de suor, revelando suas curvas... sou nordestino com muito prazer, e não tenho nada pra vender, é tudo dado... O meu muito obrigado, deixei o meu rasto.

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